No whitepaper do Bitcoin, Satoshi Nakamoto fez questão de acrescentar a característica que torna a principal criptomoeda do mercado em uma moeda deflacionária: apenas 21 milhões de unidades serão produzidas. Desta forma, a oferta limitada impulsiona o valor do criptoativo.

Em 09 de julho, conforme ressaltou o usuário do Twitter RobbieBTC, 84,8% de todo suprimento de Bitcoin já havia sido minerado.

“No bloco 548.640, 84,8% de todo Bitcoin foi minerado. Apenas 3.192.000 restam…

Acumule enquanto ainda estamos na fase de acumulação…”

De acordo com um estudo publicado em janeiro de 2019, 20% do suprimento de Bitcoin à época havia sido perdido para sempre. Isso torna o criptoativo dominante do mercado ainda mais escasso – e mais valioso.

Tendo em vista a recente valorização do Bitcoin e as previsões de que esta movimentação continuará, talvez seja uma boa oportunidade adquirir durante as próximas correções.

De acordo com o site Bitinfocharts, quase metade dos endereços ativos possui menos de 0,001 BTC. Detendo entre 0,01 BTC e 1 BTC, é possível estar em um grupo onde menos de 20% dos possuidores de Bitcoin estão. Entre 1 BTC a 10 BTC, esse número é de pouco mais de 2%.

Para contribuir com a valorização a médio prazo do BTC, o próximo halving (evento em que a recompensa pela mineração de blocos é reduzida pela metade) ocorrerá em maio de 2020. Desta forma, talvez esta seja uma boa hora para começar a planejar a aquisição de Bitcoins – antes que a criptomoeda fique mais escassa e seu valor aumente.

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